sábado, 6 de setembro de 2014

Projecto eINKwall na Lisbon Maker Faire






PANFLETO COM INFORMAÇÃO: 

https://cld.pt/dl/download/61cebe5d-1958-425d-9b70-7affe84c304c/WebServer/einkwall/Projecto_eINKwall_v1_Flyer.pdf

(VERSÃO ALARGADA, AQUI)


eINKwall? O que é?
Uma forma de mostrar informação embutida numa parede normal de estuque. Ao contrário de um LCD, não parece estar lá nada até a informação aparecer. Funciona como por magia.

Para que serve?
Imaginem a entrada de um museu, uma sala grande e branca. Do lado direito o balcão de atendimento, do lado esquerdo uma parede branca onde se vê a webpage do museu. Mas não existe nenhum ecrã nem nenhum projector. A imagem não apresenta um rebordo definido, são apenas letras no meio de uma parede branca. Podem caminhar na direção da parede, tocá-la com os dedos. Não existe nenhum brilho de projector. A imagem apenas está lá como se tivesse sido pintada na parede. E depois (lentamente) o texto muda. Automagicamente.



Mas então não é um tipo de display novo?
Sim e não. Efectivamente, mostra coisas. Mas foi concebido para ser lento e artístico. Não é tecnologia nem é arte, é uma mistura dos dois mundos para representar informação de forma elegante.

UAU isso é fantástico. Qual a resolução?
Bem... haja dinheiro e vontade e podem cobrir uma parede com um display capaz de apresentar o texto nesta página de forma legível. O modelo que fiz tem uma resolução menor :) são apenas 64 pontos (ou pixels) numa grelha de 8 x 8.

Uma grelha de 8 x 8 pixels, porquê?
Porque comecei a minha carreira num ZX Spectrum e era esse o tamanho de cada caracter. Foram muitas horas a desenhar bonecos numa grelha de 8 x 8 para criar componentes para jogos.

Consegues mostrar texto com 8x8 pixels?
Sim. Uma letra. Duas nos caso de ".pt", o domínio de topo para Portugal :)
Também consigo mostrar icons, monstros, carinhas sorridentes, corações e o padrão da Cidade de Lisboa.

Funciona mesmo com magia?
Claro que não. Estou a usar Tintas Termocromáticas Reversíveis :)
... Mas parece magia ;)

Onde posso ver isso a funcionar?
Aparece na LISBON MAKER FAIRE no Pavilhão do Conhecimento, dias 19, 20 e 21 de setembro, um festival de criadores de coisas (engenhocas e similares). Além de veres a eINKwall, terás várias engenhocas semelhantes para testar, palestras para assistir, drones a voar e um mundo de coisas giras para fazer, aprender e experimentar.

É preciso pagar para entrar Lisbon Maker Faire?
Não. Graças ao esforços dos patrocinadores e de muitos voluntários, a LISBON MAKER FAIRE é completamente grátis. Não se paga nada. Nicles :) Mas é preciso adquirir os bilhetes no site.

Mas não é grátis? Bilhetes para quê então?!
Calma, é mesmo, mesmo, mesmo grátis. Mas é preciso bilhete para obter estatísticas de afluência de publico. O registo é feito aqui, pela Eventbrite (site da LISBON MAKER FAIRE).

sexta-feira, 18 de julho de 2014

5 razões para a parentalidade moderna estar em crise


tags: 

(TRADUÇÃO do artigo: "5 reasons why modern parenting is in crisis")

Este post é apenas uma tradução de um artigo publicado no Huffington Post. Porque concordo quase na globalidade com o que a Emma Jenner escreveu, acho importante partilhar com quem não domina o inglês. O artigo original está aqui.



Tradução do artigo no Huffington Post escrito por Emma Jenner.



5 razões para a parentalidade moderna estar em crise, conforme visto por uma educadora britânica.



Por norma sou uma pessoa otimista. Gosto de achar que tudo irá correr bem até prova em contrário e todos os que me conhecem sabem que não sou dada a dramas. Por isso, quando digo que a parentalidade moderna está em grandes sarilhos - diria mesmo, crise - espero que oiçam e prestem muita atenção. Trabalhei com pais e crianças em dois continentes durante duas décadas e o que assisto neste momento deixa-me alarmada. Eis, a meu ver, os maiores problemas:



1. Medo das nossas crianças.


Tenho aquilo a que chamo "o teste do copinho" em que observo uma mãe a dar um copo de leite à criança pela manhã. Se a criança diz "quero o copinho cor de rosa, não o azul!" mas a mãe já tinha colocado o leite no cor azul, observo atentamente a reação da mãe. Na maioria dos casos, a mãe para o que está a fazer e apressa-se a trocar os copos antes da criança começar uma birra. Falha! Mãe, de que tens medo? Quem é que manda aí? Deixe que a criança faça a birra e  afaste-se para não ter que a ouvir. Mas por amor de deus, não inventem mais trabalho só para agradar à criança - e mais importante, pensem na mensagem que estão a passar se lhe derem tudo o que ela quiser por que fez uma birra.



2. Baixar a fasquia.


Quando uma criança se comporta mal, seja uma birra em público ou uma atitude incorreta em privado, os pais tendem a encolher os ombros como quem diz "as crianças são assim". Acreditem, não tem de ser assim, as crianças são capazes de muito mais do que os pais tipicamente esperam delas, quer sejam bons modos, respeito pelos mais velhos, tarefas, generosidade ou auto-controle. Acham que uma criança não consegue ficar sentada durante um jantar num restaurante? Tretas. Acham que uma criança não consegue levantar os pratos da mesa sem lhe peçam isso? Mais tretas! A única razão porque elas não o fazem é porque vocês nunca lhe mostraram como o fazer e nem esperam que elas o façam! Tão simples quanto isso. Subam a fasquia e a criança estará à altura do desafio.



3. Perdemos a aldeia.


Antigamente os condutores do autocarro da escola, os professores, os funcionários das lojas e outros pais tinham permissão para pôr as crianças na ordem. Funcionavam como os olhos da mãe e do pai quando as crianças não estavam ao pé deles e todos trabalhavam para o mesmo interesse comum: criar rapazes e raparigas bem educados. Era uma aldeia que se apoiava nela mesma. Agora, quando alguém que não é pai da criança se atreve a corrigi-la os pais ficam chateados. Querem que o filho pareça perfeito e por norma não aceitam que lhes digam o contrário. Mais facilmente discutem com o professor do que disciplinam o próprio filho por se portar mal na sala de aula. Sentem uma necessidade de projectar uma imagem perfeita e infelizmente a insegurança deles é reforçada porque efectivamente os pais julgam os outros pais. Se uma criança está a fazer uma birra, todos olham para a mãe com um ar de reprovação. No entanto, ela deve ser apoiada porque muito provavelmente a birra deve-se à mãe não ter cedido a uma exigência do filho. Quem observa deveria estar a dizer "Ei, bom trabalho - eu sei que custa impor-lhes limites."



4. Recorrer a atalhos.


Acho fantástico que os pais tenham todo o tipo de dispositivos electrónicos para auxiliar durante viagens longas ou esperas prolongadas no consultório do médico. É igualmente fabuloso que possamos encomendar as mercearias pela web e aquecer comida quase saudável com apenas um toque no microondas. Os pais estão mais ocupados do que nunca e sou completamente a favor de facilitar quando é necessário. No entanto, os atalhos são um terreno cheio de armadilhas. Quando virem que o Ruca consegue distrair uma criança numa viagem longa, não sejam tentados a recorrer a isso num restaurante. As crianças continuam a ter de aprender ser pacientes. Continuam a ter de aprender a entreter-se sozinhas. Continuam a ter de aprender que a comida não vem toda quente e pronta em três minutos ou menos, e idealmente também aprenderão a ajudar a confeccioná-la. Os bebés têm que aprender a acalmar-se sozinhos em vez de serem colocados em baloiços automáticos sempre que estiverem agitados. As crianças têm de se levantar sozinhas quando caiem em vez de esticar os braços para os pais. Ensinem às crianças que os atalhos são úteis mas também que existe uma grande satisfação em fazer coisas de forma lenta.



5. Os pais colocam as necessidades das crianças antes das suas.


Biologicamente, os pais estão programados para tomar conta das crianças e isto é uma coisa boa para a evolução! Eu defendo que se adopte um horário ajustado às necessidades das crianças e a rotinas como alimentar e vestir as crianças primeiro. Mas os pais de hoje levaram isto longe de mais, prescindindo de todas as suas necessidades e saúde mental por causa das crianças. Assisto frequentemente a mães que se levantam vezes e vezes sem conta para satisfazer os caprichos das crianças. Ou a pais que largam tudo e atravessam o jardim zoológico a correr para dar uma bebida à filha porque ela tem sede. Não há mal nenhum em não ir ter com a criança quando ela quer mais um copo de água à noite. Não há mal nenhum no pai que está no jardim zoológico dizer "claro que podes beber algo, mas tens que esperar até passarmos perto da próxima fonte." Não há mal nenhum em pedir ao seu filho que se entretenha por alguns minutos porque a mamã quer privacidade na casa de banho ou até mesmo folhear uma revista.


Receio que se não começarmos a corrigir estes 5 erros graves de paternidade, estaremos a criar filhos que serão adultos egoístas e impacientes. Não será culpa deles - será nossa. Não os educámos de outra forma, nunca esperámos mais deles. Nunca quisemos que eles sentissem algum desconforto, e quando tal acontece, lamentavelmente eles não estão preparados para isso. Portanto, pais e educadores de Londres a Los Angeles e em todo o mundo, por favor exijam mais. Esperem mais. Partilhem as vossas lutas. Dêem menos. Vamos corrigir essas crianças e, juntos, prepará-los para o mundo real e não para redoma de proteção que criámos para eles.



terça-feira, 27 de maio de 2014

Namorada de transição


ATUALIZAÇÃO:
27 de Setembro, 4 meses depois, António José Seguro percebeu o que estava aqui escrito.

______________________________

(Artigo original escrito a 27 de Maio de 2014)


2014


Vivemos hoje aquele momento em que o José Seguro percebe que era apenas a namorada de transição, a relação não duradoura que às vezes ocorre depois de um divórcio e antes do início de uma relação mais séria e estável; É a velha história "Rapaz separa-se de Rapariga Nº1, Rapaz namora com Rapariga Nº2 que é maluca da cabeça, Rapaz termina com maluca e começa a namorar com a Rapariga Nº3. E vivem felizes para sempre."

2004

Lembram-se de Ferro Rodrigues, secretário do PS entre o António Guterres (que se foi embora) e o José Sócrates? Reparem: quando o Durão Barroso se foi embora (também) o Sampaio olhou para o PS e disse "OK, quem está lá é a namorada de transição (o Ferro Rodrigues)".
Diz então ao Durão Barroso "fica descansado, vai lá tratar da tua vidinha que eu não dissolvo o parlamento (...já)". Pega depois no telefone e liga para o Largo do Rato: "OK malta, ponham lá a casa em ordem."

Congresso extraordinário, Ferro Rodrigues descobre que nunca viria a ser primeiro-ministro e José "O Desejado" Sócrates, sobe a secretário geral do PS.

De seguida o Presidente Sampaio faz a única coisa que um presidente em Portugal faz (de relevante): dissolve a assembleia. Vamos então para eleições com o PSD desorganizado e o PS prontinho para a coisa. O resultado só podia ser um: Sócrates primeiro ministro.

Estamos hoje a assistir à mesma coisa com o José Seguro / António Costa: O José Seguro era apenas a namorada de transição.

Vamos agora repetir este fraco teatro. Mudem os nomes.

terça-feira, 22 de abril de 2014

SAPO Codebits - O que é?



O SAPO Codebits é, informaticamente, o meu ponto alto de cada ano.

Desde que me dedico à informática que procuro o convívio com outras pessoas que partilhem a mesma paixão. Durante os anos 80/90 foram as BBS que permitiram o encontro de pessoas e ideias dentro da comunidade. E tínhamos a INFORPOR, grande feira anual de informática na antiga FIL, o local de eleição para apresentar as novidades do sector até que num mundo ligado pela Internet as novidades apareciam diariamente e esse grande certame anual deixou de ser um ponto de encontro da comunidade.

Também as BBS foram substituídas pelos fóruns da Internet e pelo IRC. Mas esses novos canais não me satisfizeram completamente e por essa e por várias razões, algumas difíceis de perceber, estive vários anos um pouco mais afastado da minha comunidade.

Em 2009 vejo a reportagem na RTP e grito para mim "Caramba, esqueci-me outra vez." Em Julho de 2010, depois de uma conversa com o Pedro Pinheiro (@ppinheiro76 no Twitter e um fotógrafo completo) estou na fila da frente para apresentar a minha inscrição no site www.codebits.eu para a edição IV. Escrevo um breve e bem-disposto resumo da minha vida até aquele dia e termino o currículo apresentado com "... and in 2010 applies for Codebits."

Os próximos 4 meses foram passados a trabalhar em puzzles descabidos que eram lançados no site para ser resolvidos por quem estivesse interessado :) Uma espécie de play-off antes do grande evento de três dias. Ao longo desses meses fiquei a saber quem era Bo Didley, as fases de crescimento do cabelo, a fórmula química da cafeína, piadas sardónicas sobre o Star Trek e assisti a um desafio memorável de JavaScript golf, ao tentar fazer um descodificador de Morse com o menor tamanho possível. Se a memória não me atraiçoa, a Paula Valença (@phantas no Twitter) terá dizimado a coisa com perto de 116 bytes(!).

Um puzzle após outro ia estreitando os laços com os meus colegas de candidatura, o grupo com quem teria o privilégio de passar os 3 dias do fim-de-semana no Pavilhão Atlântico (agora MEO Arena) onde ocupámos a Sala Tejo para viver, rir, pensar, programar e congeminar uma aplicação para submeter ao 48-Hour Programming Contest.

A organização esforça-se para que não seja apenas um evento de programação e a prova disso são os Tacos Nucleares, um sabor que não se encontra em mais nenhuma outra comida que tenha provado em Portugal. Mesmo a comida indiana, normalmente picante e condimentada, não consegue aproximar-se da experiência que se vive ao consumir na íntegra uma dose de carne picada com molho de chili à base de Bhut Jolokia, o pimento mais picante de todos os pimentos picantes. A sensação de ardor intenso aliada a um sabor único dá-nos um conhecimento único do nosso sistema digestivo. Outro momento imperdível é o Codebits Quiz Show, uma versão geek dos concursos de TV com boa-disposição, perguntas com rasteiras, alguma nostalgia e sempre cheio de adrenalina.

Demoraremos algum tempo a fazer o balanço do impacto do Codebits na nossa sociedade, mas para mim é claro e óbvio que toda a energia gerada naqueles três dias frenéticos e a força de acreditar em coisas positivas (num mundo regado de más notícias) deixa uma vontade de tornar o mundo um local melhor. E nesse aspecto estaremos sempre em dívida para com a PT e o SAPO que se esforçam anos após ano para criar um evento extraordinário.

E o que acontece quando se junta quase um milhar dos melhores profissionais e estudantes da área das tecnologias? Coisas extraordinárias.

Sempre.

Codebits VII em 2014 / Projecto NeLo - Novo Joelho

Caramba, ainda não consegui escrever este post sobre os 3 dias de loucura do Codebits e sobre o Projecto NeLo criado e apresentado por mim, pelo Pedro Leite e pela Carolina Correia.




GANHÁMOS O PRIMEIRO PRÉMIO :D

Uma honra que traz uma grande responsabilidade. Ao trabalho!

sábado, 1 de fevereiro de 2014

THE BOTS ARE COMING! THE BOTS ARE COMING! THE BOTS ARE COMING! ... to Google Hangout.

Sim, a revolta das máquinas deu mais um passo em frente e agora já chegam até nós como personagens que tentam estabelecer uma conversa no Google Hangout. No entanto o objectivo não parece ser o domínio do mundo e a escravidão da raça humana mas apenas atrair incautos para um site de meninas descascadas. Enfim, business as usual...


sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Geocaching em 2014.

Hoje dou uma geocache para adopção.

O Geocaching é uma caça ao tesouro dos tempos modernos, um desporto estranho com GPS a que me dedico desde 2005. Nestes quase 9 anos não consigo apontar todas as vantagens de sair à rua e subir um monte como alternativa a ficar no sofá a vegetar em frente à televisão. Nem tão pouco consigo aqui partilhar todas as amizades que travei com colegas geocachers as quais muito prezo. Foram quase 9 anos recheados de coisas boas, de vitórias e obstáculos que se ultrapassaram. Foi um processo que me enriqueceu muito como pessoa e que não deixarei para trás porque todas as experiências que vivi fazem agora parte de mim.

Dar hoje uma geocache para adopção significa passar o testemunho a outro jogador que continuará a manter aquele ponto que faz parte de um jogo global com literalmente milhões de pontos físicos e milhões de jogadores activos. Significa também que algo mudou na nossa sociedade e que eu não pretendo de forma alguma entrar na guerra de quem opta por fazer anti-jogo, retirando regularmente os elementos do jogo do local determinado. Se gostasse de anti-jogo, assistiria ao futebol que se pratica em Portugal. E se acreditasse em coincidências, seria católico.

A geocache está num local incontornável do turismo em Lisboa e fica entregue a alguém que, como eu, gosta de desafiar os limites do habitual. Quem me conhece sabe que admiro o esforço extra que se coloca para obter um produto acima do banal e fácil, seja na música, na programação, na dança ou no design industrial. Fica bem entregue esta geocache que dou hoje para adopção.

... e o jogo segue.

Obrigado por tudo. A todos.

BaiaVieira
Geocacher.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Vi o The Hunger Games.

Talvez com um ano de atraso em relação ao resto da Humanidade mas finalmente lá arranjei tempo para ver os Jogos da Fome. Confesso que comecei a vê-lo com alguns preconceitos, esperava mais um filme sobre uma sociedade distópica a viver mais uma guerra de escassez.


Acaba por ser uma introspecção sobre o refinado espectáculo que gostamos de assistir desde os Gladiadores, agora cruzado com o Truman Show e Casa dos Segredos, com a Teresa Guilherme a ser substituída pela dupla Elizabeth Banks / Woody Harrelson, o actor principal do “Natural Born Killers”. Este espectáculo, que começara como um castigo, uma lembrança política das consequências de uma revolta, tornou-se rapidamente num espectáculo degradante gerido com a mestria de um bom programa televisivo. E como era algo completamente contra a natureza humana só foi permitido que durasse... 75 anos.


Aplaudi a fotografia e os actores e ao mesmo tempo não consegui sacudir a estranha semelhança entre a Cornucópia no centro da Arena a Casa da Música no Porto. Aconselho a todos que o vejam pela perspectiva que nos dá de nós próprios e irei obviamente ver o terceiro e quarto filme desta trilogia mesmo sendo um argumento sem grandes surpresas: os maus são castigados e os bons recompensados. Continuar a ver porque é divertido e está feito com esforço e dedicação por pessoas cujo emprego é fazer com que as pessoas se distraiam e não pensem nos verdadeiros problemas.

... Aliás, logo no inicio apresenta-nos a pergunta mais relevante dos Jogos da Fome: "E se deixássemos de assistir?"